Para melhorar a qualidade de vida das pessoas e qualificar a mobilidade urbana, o Governo do Estado vai promover obras de pavimentação e drenagem nas cidades de Cassilândia e Amambai. Os investimentos fazem parte do programa MS Ativo, que tem como objetivo atender as principais demandas de cada município.
Foram publicadas nesta quinta-feira (23) o aviso de lançamento das licitações para as obras de infraestrutura urbana nas duas cidades. O próximo passo é apresentação das propostas das empresas interessadas, para depois definir o resultado do certame e iniciar os trabalhos.
Em Cassilândia a obra será de pavimentação e drenagem no Loteamento Antônio Côrtes, no valor de R$ 4,8 milhões. A abertura das propostas será no dia 12 de maio.
Já em Amambai o asfalto e drenagem vai chegar em diversas ruas do município, tendo investimento de R$ 1,2 milhão. O certame vai ocorrer no dia 15 de maio.
As duas licitações foram lançadas pela Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos), e vão ser realizadas pelo Governo do Estado, com recursos próprios por meio da Seilog (Secretaria Estadual de Infraestrutura e Logística).
Gestão municipalista
Com uma gestão municipalista, que pensa nas pessoas, o Governo do Estado desenvolve o programa MS Ativo, onde recebe os prefeitos e vereadores das 79 cidades para que eles apresentem as principais demandas e prioridades de cada município.
Desta foram na hora do Estado investir ele atende os anseios diretos do cidadão, aquilo que vai mudar a sua vida lá na ponta. Um dos objetivos é realizar as obras de infraestrutura urbana, como pavimentação dos bairros e área central, assim como drenagem e restauração das vias públicas.
Leonardo Rocha, Comunicação do Governo de MS Foto: Álvaro Rezende/Secom-MS
Por meio da Sead (Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humanos), o Governo do Estado ampliou o número de vagas e publicou nesta quinta-feira (23) o resultado final do Processo Seletivo 2026 do MS Supera, com a convocação de 750 novos estudantes para assinar o Termo de Concessão. O prazo vai até 30 de abril.
São 150 vagas além das 600 divulgadas no início do processo seletivo. Isso porque houve desligamentos de outros estudantes por conclusão de curso, a pedido ou por descumprimento das regras de permanência.
O processo seletivo contou com 6.094 inscritos, sendo que 1.572 foram habilitados: 101 do Ensino Médio Profissionalizante (incluindo 3 indígenas) e 1.471 do Ensino Superior (96 indígenas). Os habilitados que ainda não foram convocados ficarão no cadastro de reserva e serão chamados assim que abrirem novas vagas. O pagamento do primeiro benefício aos novos bolsistas está previsto para acontecer até 8 de maio.
O MS Supera concede uma bolsa de estudos no valor de um salário mínimo mensal (R$ 1.621,00) a estudantes de baixa renda visando a estimular a permanência nos cursos universitários e de educação profissional técnica e reduzir a evasão escolar em instituições públicas ou privadas.
Para receber o benefício, o estudante deve ter renda individual de até 1,5 salário mínimo (para quem mora sozinho) ou renda familiar total de até 3 salários mínimos; estar aprovado ou matriculado em curso técnico ou superior (presencial ou EAD autorizado pelo MEC); e estudar em instituição que tenha polo em Mato Grosso do Sul.
Além disso, o bolsista não pode ter curso superior concluído; deve morar em Mato Grosso do Sul há mais de 2 anos; estar inscrito no CadÚnico; não receber outra bolsa ou auxílio semelhante; não ter mais de 4 reprovações no curso; e não ter outro familiar já beneficiário do MS Supera.
Há cidades que são feitas de ruas. Corumbá é feita de encontros. Nas margens do Pantanal, na linha viva onde países se tocam, Corumbá volta a pulsar como território de travessia com o Festival América do Sul 2026. Entre 14 e 17 de maio, a fronteira deixa de ser limite e se torna linguagem — um espaço onde culturas se reconhecem, se misturam e seguem adiante, reinventadas.
Realizado pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Turismo, Esporte e Cultura, Fundação de Cultura (Setesc) e apoio da Prefeitura Municipal de Corumbá, o Festival América do Sul vai muito além dos grandes palcos. Tendas, escolas, praças, associações e tablados ressaltam a pluralidade de produções e representatividades: o FAS abraça a arte negra e indígena, a infância e percorre bairros periféricos de uma cidade de múltiplas identidades.
Em suas ruas, praças e espaços culturais, a arte encontra morada. Seja na música que ecoa, no teatro que ocupa, na dança que atravessa corpos, na literatura que narra, no artesanato que guarda memórias, nas artes visuais que revelam olhares, no cinema que projeta outras realidades. Cada linguagem é um caminho — e todos levam ao encontro.
A programação musical acompanha esse movimento. Na quinta-feira (14), a cena regional inaugura o festival como quem chama pelo nome: são artistas do território que dão o tom de pertencimento, reafirmando que toda travessia começa pelo reconhecimento de onde se pisa.
DJ Dennis
Na sexta-feira (15) o DJ Dennis traz a pulsação das cidades, a batida que nasce nas periferias e ganha o país, transformando o espaço público em pista e celebração. Com uma carreira consolidada como produtor e hitmaker, Dennis é responsável por alguns dos maiores sucessos do funk brasileiro contemporâneo, conectando diferentes públicos e ampliando as fronteiras do gênero.
Seus shows carregam essa mesma energia: sets dinâmicos, que transitam entre o funk, o pop e a música eletrônica, criando uma experiência coletiva marcada pela dança e pela intensidade. Em Corumbá, sua presença reforça o diálogo do festival com as expressões urbanas e com as sonoridades que emergem das ruas para ocupar o centro da cena cultural brasileira.
Marcelo D2
No sábado (16), Marcelo D2 ocupa o palco como quem constrói pontes entre tempos. Em seu Manual Prático do Novo Samba Tradicional, o artista mergulha em um processo criativo que une a força ancestral do samba às possibilidades da música contemporânea, combinando batidas eletrônicas — como a clássica 808 — a instrumentos tradicionais como tantã, repique e cuíca, em um gesto de reinvenção e continuidade.
Sua apresentação se aproxima de um convite à partilha. D2 se coloca como um mediador entre tradição e público, abrindo caminhos para que o espectador compreenda a construção da obra e se reconheça nela. É o samba como organismo vivo, em transformação constante, que carrega memória, mas também aponta para o futuro.
Dilsinho
Dilsinho encerra o festival no domingo (17) com a delicadeza dos afetos que se tornam canto coletivo. Dono de uma das vozes mais populares do pagode atual, o artista construiu uma trajetória marcada por sucessos que dialogam diretamente com o cotidiano, o amor e as relações humanas, conquistando milhões de ouvintes nas plataformas digitais.
A “Turnê Diferentão” conta com repertório que mistura grandes sucessos e novidades sonoras e promete emocionar e contagiar o público. Com sua voz marcante e carisma inconfundível, Dilsinho promete uma verdadeira celebração do pagode, proporcionando ao público uma viagem musical repleta de hits e novas canções.
Para o diretor-presidente da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, Eduardo Mendes, o festival é expressão de um compromisso maior. “O Festival América do Sul é um espaço onde a cultura cumpre seu papel mais essencial: aproximar. Em Corumbá, essa vocação se intensifica, porque a cidade já nasce encontro. O que fazemos é potencializar essa força, criando oportunidades para que diferentes povos e expressões se conectem por meio da arte”.
A programação completa estará disponível em breve no MS Cultural. Conheça nosso portal.
O Detran-MS (Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul) informa que os atendimentos na agência de Nova Andradina estarão temporariamente suspensos por 10 dias úteis, no período de 27 de abril (segunda-feira) a 11 de maio (segunda-feira), para a realização de obras de manutenção no prédio da unidade.
Durante esse período, os cidadãos podem buscar atendimento presencial na agência mais próxima, localizada no município de Batayporã, a aproximadamente 10 quilômetros de distância.
Como alternativa, o Detran-MS reforça que diversos serviços estão disponíveis de forma digital, por meio do portal oficial www.meudetran.ms.gov.br , do aplicativo Meu Detran MS ou pela atendente virtual Glória, via WhatsApp, pelo número (67) 3368-0500.
Praticamente 1 mil quilômetros de estradas renovadas, com pavimento nas melhores condições de trafegabilidade com um custo que pode ser até 38% menor que o usual no atual sistema de gestão logístico rodoviário. Esse é o Rodar MS, projeto que Mato Grosso do Sul começa a colocar em prática ao concretizar a contratação de crédito junto ao BIRD (Banco Mundial). A economia de recursos também chega ao setor privado e população, já que a expectativa é que haja queda em até quatro vezes no valor dos custos operaracionais dos veículos de carga.
Os índices citados acima são baseados em estudos do próprio BIRD, balizador do projeto que além do ponto de vista financeiro também considera a segurança e o conforto que será adicionado aos usuários dos trechos inclusos no Rodar MS, que adota um modelo inovador, o Crema (Contrato de Restauração e Manutenção de Rodovias).
“A maior vantagem que Mato Grosso do Sul terá ao adotar o Crema é que a empresa contratada é quem irá executar o projeto executivo. Ela fecha o contrato através de um projeto básico e propõe o projeto executivo, que segue para aprovação da Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos). Daí é que ela [a empresa] executa os primeiros dos anos de restauração da rodovia”, frisa o secretário de Infraestrutura e Logística, Guilherme Alcântara.
O chefe da pasta sul-mato-grossense de obras continua a explicação, revelando o grande trunfo desse modelo inovador. “Quanto melhor for a restauração, menos custo terá para a manutenção. Daí a vantagem da empresa fazer um ótimo projeto e uma excelente execução”, conclui o titular da secretaria que tem em seu escopo a Agesul.
Ao todo, o Rodar MS estima um investimento de U$S 250 milhões – na cotação atual a conversão chega a aproximadamente R$ 1,25 bilhão. Desse total, US$ 200 milhões são oriundos do Banco Mundial, enquanto os US$ 50 milhões restantes devem sair dos cofres estaduais, como contrapartida do projeto. Já o total de municípios impactados de forma direta e indireta pelo Rodar MS chega a 22, sendo 18 deles na região leste de Mato Grosso do Sul – onde fica o Vale do Ivinhema – e outras quatro no Bolsão, território do Vale da Celulose.
Conheça mais sobre o projeto
Tabela com trechos do Rodar MS, municípios e extensão da malha rodoviária
Dentro do modelo Crema adotado por Mato Grosso do Sul existem duas vertentes, a DBM (Design, Build, Maintain) e a via PPP (Parceria Público-Privada). Na primeira situação, o Rodar MS inclui 730,3 km, sendo 686,4 km de eixo principal e 43,8 km de travessia urbana. Os detalhes podem ser conferidos ao lado, na imagem com a tabela da Seilog.
No DBM, a duração do contrato será de 10 anos, com contratação integrada de projeto, obra, manutenção e pagamento pelo Estado sendo feito com base no cumprimento de indicadores de desempenho previamente estabecidos em contrato – ou seja, os repasses não estão vinculados apenas à execução de serviços, mas também à qualidade das obras.
Já no Bolsão, Água Clara, Inocência, Paranaíba e Três Lagoas estão entre os municípios impactados pelo Rodar MS. Lá, porém, o modelo a ser implantado será o de PPP, que terá a mesma dinâmica do BDM, mas com duração maior: 30 anos.
Nesse período, a empresa que ficar responsável pelo serviço terá que manter em boas condições de tráfego e segurança as rodovias MS-377 (entre Água Clara e Inocência) e MS-240 (entre Inocência e Paranaíba). São 208,7 km, todos rodoviárias, sendo 128,14 km na MS-377 (entre a BR-158 e a MS-112) e outros 80,56 km na MS-240 (entre a BR-262 e a MS-112).
Acessibilidade em 24 escolas públicas
Construído conjuntamente por Seilog e EPE (Escritório de Parcerias Estratégicas), o Rodar MS ainda apresenta ações para dar mais segurança no entorno de escolas públicas. As intervenções nas estradas, próximas a essas unidades de educação, têm foco na redução de riscos na travessia para alunos, comunidade escolar e toda comunidade do entorno.
As ações relacionadas à segurança viária e à acessibilidade serão realizadas em 24 escolas públicas municipais e estaduais, contribuindo para a redução de riscos de sinistros de trânsito e para a proteção de estudantes, profissionais da educação e da comunidade escolar.
As intervenções, segundo o projeto, permitirão a melhoria das condições de deslocamento, com maior segurança para pedestres e ciclistas, além de promover inclusão e acessibilidade. Adicionalmente, será realizado diagnóstico técnico que possibilitará uma tomada de decisão mais eficiente e baseada em evidências, otimizando a alocação de recursos públicos e priorizando as áreas de maior criticidade. Como resultado espera-se a criação de ambientes escolares mais seguros, inclusivos e adequados ao desenvolvimento social e educacional.
Comunicação Governo de MS Foto: Saul Schramm/Secom/Arquivo
Em entrevista à Voz do Brasil, a presidente da Embrapa, Silvia Massruhá, falou sobre o evento, que ocorre de 23 a 25 de abril, na Embrapa Cerrados, em Planaltina (DF).
Valorizar os alimentos nacionais transformando a diversidade brasileira em conhecimento, oportunidade econômica e maior conexão entre campo e sociedade, esse é o objetivo da Feira Brasil na Mesa, que ocorre de 23 a 25 de abril, na Embrapa Cerrados, em Planaltina (DF).
No Brasil, nós temos 5 milhões, aproximadamente, de produtores rurais, mas 77% são pequenos, médios, agricultura familiar, [o país possui] grandes oportunidades de negócios para o pequeno, médio e a agricultura familiar. Então, nós temos que fazer com que essas tecnologias cheguem até esse produtor”, destacou a presidente da Embrapa, Silvia Massruhá, em entrevista à Voz do Brasil, desta quarta-feira (22/4).
O evento será aberto ao público com programação das 9h às 18h. O público poderá participar de seminários técnicos e degustações, além de desfrutar de trilhas no Cerrado, da cozinha show, de apresentações culturais e de uma feira de alimentos.
“Então, ali é uma oportunidade de mostrar, não só com vitrines tecnológicas, as cultivares, mas também quais são esses alimentos que podem ser gerados, oportunidades de renda para o pequeno, para o médio produtor, para a agricultura familiar, para as comunidades tradicionais, como, por exemplo, café robusta amazônica, entre outros”, afirmou a presidente da Embrapa.
A Feira Brasil na Mesa celebra ainda os 53 anos da Embrapa como empresa que desenvolve tecnologias e pesquisa para a a produção de alimentos.
A gente fala que não tem sentido você pesquisar se a tecnologia não chega na mesa dos brasileiros. A nossa missão é muito maior. É a produção de alimentos, mas ela só vai gerar inovação realmente quando ela chega na mesa dos brasileiros”, explicou Silvia Massruhá.
“E ali a gente tem a oportunidade de lançar algumas cultivares, mas trazer também outras tecnologias, como eu falei, de alimentos processados, que a gente está trabalhando, investigando na Embrapa também, oportunidades também para hoje, a nova geração vegana, vegetariana, além do tradicional”, acrescentou.